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01 outubro 2017

À primeira vista - David Levithan e Nina LaCour

Mark e Kate são da mesma turma de cálculo, mas nunca trocaram uma única palavra. Fora da escola, seus caminhos nunca se cruzaram… Até uma noite, em meio à semana do orgulho gay de São Francisco. Mark, apaixonado pelo melhor amigo — que pode ou não se sentir do mesmo jeito —, aceita o desafio que mudará sua vida. E sobe no balcão do bar em um concurso de dança um pouco diferente…
Na plateia, Kate, fugindo da garota que ela ama a distância por meses e confusa por não se sentir mais em sintonia com as próprias amigas, se encanta pela coragem e entrega do rapaz. E decide: eles vão ser amigos. Em meio a festas exclusivas, fotógrafos famosos, exposições em galerias hypadas, essa ligação se torna cada vez mais forte. E Mark e Kate logo descobrem que, em muito pouco tempo, conhecem um ao outro melhor que qualquer pessoa. Uma história comovente sobre navegar as alegrias e tristezas do primeiro amor… uma verdade de cada vez.


   Mark e Ryan são melhores amigos inseparáveis, ou talvez sejam ainda mais do que só amigos. Entre ficadas, ambos não sabem bem o que esperar de sua relação, mas Mark entende que o que sente pelo amigo é uma paixão, e das grandes. É então que ele decide fazer uma loucura para chamar a atenção de Ryan, e é então que, em uma noite dançante no bar, a amizade de Mark e Kate floresce.
   Os dois eram colegas de sala mas nunca tinham se falado. Ver Mark tão desafiador, dançando no balcão do bar, fez Kate ver o quanto queria ser amiga daquele cara. Algo diferente para a personagem, que é acostumada a simplesmente fugir. 
   A partir dessa amizade surge uma mentira elaborada por eles, que vai longe e, bem, vocês já devem ter ouvido falar que uma mentira bem contada vira verdade, não é? 
   À primeira vista é um livro com seu belo toque encantador. Não me cativou muito e talvez isso tenha a ver com algum problema que eu identifique com a escrita do Levithan (não me batam, por favor!!), o que impediu que eu conseguisse ler esse livro mais rapidamente... o que era pra ser uma história fofa e gostosa de ler, pra mim se tornou um fardo e eu mal podia esperar pra acabar esse livro. 
   Meu compromisso aqui com vocês é sempre contar minhas verdadeiras impressões, não importa se estou falando de um livro de editora parceira ou autor super aclamado, o importante é que saibam o que eu senti, de fato, lendo as histórias. E a verdade é essa, gostaria de ter amado o livro, mas comigo não funcionou, infelizmente. 


   Em capítulos alternados entre o ponto de vista do Mark e da Kate, o livro se mostrou, pra mim, um tanto quanto maçante e repetitivo em alguns acontecimentos, os dramas adolescentes vividos no livro não foram o suficiente para me fazer ficar aflita com os personagens. Talvez o grande ponto é que eu não criei vínculo com eles, não senti uma narrativa aberta para que isso acontecesse, então ficamos assim... os personagens na deles e eu na minha, não houve um relacionamento maior. 
   O que mais gostei e o grande ponto positivo do livro é a visibilidade homossexual que se dá. A Parada gay é um evento que está de pano de fundo nessa história de amizade e é incrível quando autores mostram o quanto esse acontecimento é importante e, bem, mágico. 
   Não desencorajo ninguém a ler esse livro. Leiam, tirem suas próprias conclusões, vou esperar, de coração, que essa história toquem vocês de verdade! É uma pena que comigo não aconteceu, vou torcer para que numa próxima eu goste mais. 

Um comentário:

  1. Oi Kath!
    Que pena que o livro não fluiu bem para você, ele parece um charme só de olhar assim. Mas as vezes as aparências enganam, não é? Eu amei muito a capa, achei de uma simplicidade muito bonita e o tema, sem dúvidas, deve ser único.
    Beijos!
    www.blogleituravirtual.com

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