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11 dezembro 2016

Uni-Duni-Tê - M. J. Arlidge


    Uma jovem sai de um bosque, quase morta. Sua história é terrível, inacreditável. Mas é pura verdade. Cada detalhe macabro. Ela foi capturada por um monstro invisível, um sanguinário serial killer.
      Dias depois desse incidente, outro sobrevivente é encontrado - e assim surge um padrão. Pares de vítimas estão sendo sequestrados, presos e, em seguida, confrontados com uma decisão terrível: matar ou morrer. Apenas um pode sobreviver.
      À frente da investigação está a detetive Helen Grace, e esse caso a obriga a se defrontar com seus próprios demônios. Tudo para descobrir a identidade desse misterioso e cruel assassino.
     Em uma trama violenta, que traz à tona o pior da natureza humana, Grace percebe que a chave pararesolver este enigma está nos sobreviventes. E ela precisa correr contra o tempo, para evitar que mais inocentes morram.

   Amy e seu namorado Sam são sequestrados enquanto pediam carona. No cativeiro, são confrontados com um terrível impasse: apenas um poderá sair vivo. Amy acaba por ser encontrada viva e a detetive-inspetora Helen Grace fica responsável pelo caso. Helen não acredita muito na história de Amy no início, mas acaba sendo convencida conforme novos casos parecidos vão aparecendo. Para desvendar o caso, a detetive deve achar a ligação entre os sobreviventes e se preocupar com uma investigação interna que pode comprometer todo o seu trabalho. Mas a parte mais torturante para ela, é ter que revirar o seu passado.

       Quando li a sinopse desse livro, eu quis lê-lo na mesma hora. A narrativa diferente, a ideia de um jogo sombrio como esse, me chamou a atenção e, ao final da leitura, não deixou a desejar. É um ótimo livro de suspense, com um thriller psicológico tenso, com um bom jogo de investigação do ínicio ao fim. O jogo de matar ou morrer feito pelo serial killer é de fazer você se colocar no lugar das vítimas, e pensar o que faria nessa situação. Acho que a única coisa em que peca é o final ser meio corrido, com as coisas se desvendando muito depressa, mas não compromete a história, mas para balancear, ele tem a vantagem de que os capítulos do livro são curtos, dificilmente ultrapassando 5 páginas.
       O livro é escrito por M. J. Arlidge (Matthew Arlidge), autor e produtor de TV inglês. Uni-Duni-Tê foi seu livro de estreia e o primeiro livro com a detetive-inspetora Helen Grace como protagonista. A narrativa dele é boa, criando um suspense sem rodeios. 


Post pelo colaborador: João Victor Krüger

2 comentários:

  1. Respostas
    1. Olá, Luiza
      Se és fã desse estilo, vale a pena dar uma olhada hahaha. Ainda mais que não tem uma continuação direta do livro.
      Beeijos.

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